sexta-feira, 31 de dezembro de 2010


2011...chegou!


Os obstáculos do ano velho foram ultrapassados?


Você realizou os seus sonhos em 2010?


O ano que vai embora foi do que jeito você queria?


As respostas pouco importam neste momento..
.

O que importa é que estamos aqui para começar tudo de novo.


Com as forças renovadas da alegria e dos sonhos....


Que não podem ter fim nunca!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010


Em busca do tempo perdido



Com Tião Viana, o governador eleito, Sena Madureira deverá ter melhores dias.


Ele tem falado a interlocutores que ‘vai arregaçar’ com ações no município.


Nunca é demais lembrar que Sena deu maioria de votos a ele. E olha que a cidade anda esquecida, faz tempo, pelo Palácio Rio Branco.


Ao longo desses anos todo, eu mesmo aqui neste espaço, tenho reclamado do abandono de Sena por quem tem condições de decidir. 


Minha esperança volta a se renovar agora com o Tião.

sábado, 18 de dezembro de 2010

A lista de Tião Viana


A lista mais esperada do fim de ano no Acre acaba de sair.


O governador eleito Tião Viana anuncia seus secretários em evento na Biblioteca Pública, no centro da capital.


Confira os nomes

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

É hoje


Acontece nesta noite de sexta no Teatrão a diplomação dos eleitos em outubro passado.


Muito salamé, intenções e desejos não confessados vão flutuar naquele espaço destinado à representação de obras dramáticas.


Dramático...!

domingo, 12 de dezembro de 2010


Sem Norte...



Voltei do Principado de Sena hoje com uma dor no coração.


Diana estranhou meu silêncio na viagem de retorno.


Sempre volto falando de ideias e projetos para a cidade, como se alguém tivesse ouvindo ou mesmo interessado no que estou pensando e falando...


Quase em Rio Branco, Diana pergunta: o que houve? Perdeu o encanto?


Respondi: tenho pena da minha cidade, que está como um navio perdido em alto mar. E sem um timoneiro, o que ainda muito pior.


Mas sempre há uma luz........!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010


Disputa acirrada



Talvez seja menos acirrada do que se está falando a briga para assumir a prefeitura de Sena, a partir de janeiro.


Dos 9 vereadores, pelo menos 7 querem ser o presidente da Câmara e pular para o cargo de prefeito.


Mas é bom ter calma nessa hora...


O TSE ainda não deu a martelada definitiva no recurso do prefeito afastado Nilson Areal.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Domingo maravilhoso


'Amigos, acaba a humildade por aqui.'


Há 60 minutos o Fluminense é o Campeão Brasileiro de futebol.


A viagem maravilhosa rumo à glória começou há Dois Mil e Dez Anos anos atrás. Estava escrito!


Não. Não foi o Maracanã o palco da epopeia.


O grande palco foi o Engenhão, o novo templo do futebol carioca que o FLU carimbou conquistando o primeiro título de um time do Rio.


E para homenagear o autor da frase inicial, Nelson Rodrigues, encerro com outra do maior tricolor de todos os tempos.


'Tudo pode acabar, passar...Só o Fluminense não acaba, não passa....O FLU é eterno!


E foi uma longa viagem...Uma viagem ma-ra-vi-lho-sa com o time mais maravilhoso do Brasil!


E aos tricolores, a melhor crônica de Nelson Rodrigues...não deixa de ver o vídeo abaixo. É emocionante!!



sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

'Apresentador'


Isso, sim, é uma vergonha!


Bóris Casoy, apresentador da Band que menospreza uma participação de dois garis durante uma edição do 'Jornal da Band.'


Se você tinha alguma dúvida sobre esse reacionário jornalista paulista, tire agora.


Veja o vídeo até o final e ouça o que ele diz sobre a categoria dos garis:


quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Novo comandante


Peter Siemsen foi eleito presidente do melhor e mais interessante time de futebol do mundo, o Fluminense.


Veja aí em 1 minuto as suas primeiras palavras depois da apuração:



Conhecendo o terreno



A deputada eleita por Sena Madureira, Toinha Vieira, visitou nesta quarta, 1, a Assembleia Legislativa, seu novo local de trabalho a partir de 1 de fevereiro de 2011.


Ela estava acompanhada do marido, o ex-deputado estadual Zé Vieira.


Toinha, que já foi prefeita na cidade de Sena,  foi eleita pelo PSDB.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Negociação à vista


O governo do Estado começou a procurar um terreno em Sena Madureira para comprar e depois aproveitá-lo para transformá-lo num espaço para a Feira Agropecuária no município.


Um terreno de 25mil², na BR-364, quase na entrada da cidade, está na mira de alça.


Boa notícia para cidade.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Feriado no Principado


Dois dias do final de semana prolongado em Sena Madureira.


Dois dias de aprendizado para eu e Diana.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Manoel Braña


O do antigo hotel de Sena.


Não anda muito bem de saúde.


Hoje teve uns probleminhas e foi levado ao hospital.


Deve pasar a noite recebendo atenção médica.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Uvas e internet ao invés de política



Padre Paolino Baldassari passou dois meses em Bologna, Itália.

Ele não disse, mas eu digo, que sua viagem ao seu país de origem e a permanência por lá um tempão foi mais do que uma simples generosidade de quem gostaria que ele ficasse ao lado da família.

Ele ficou afastado de Sena durante todo período crítico da campanha eleitoral. Coincidência?

Seu irmão, de 81 anos, está enfermo.

-Muito doente e só chorava quando falava alguma coisa. Vê meu irmão daquele jeito não foi fácil. Logo ele, que era um homem e tanto no trabalho. Fiquei muito triste – me contou Paolino durante o feriadão nacional.

Feriadão para nós. Porque Paolino aproveitou para andar nos bairros de Sena e visitar famílias. Cuidando da sua igreja...

-O senhor tá gordo, hein?! Encheu-se de massas, né?

-Comi muita uva...

-E vinho, tomou muito?

-Me desacostumei do vinho.

Paolino anda meio cético com a política e as pessoas no município. Não vou revelar aqui o que me disse. Tivemos uma conversa de amigos de muito tempo.

A viagem à Itália serviu, entre outras coisas, para o velho padre descobrir a magia da internet.

-Sabia tudo de Sena. Tudo, tudo. Sabia mais do que quando estou aqui – admite.

Não sei por quantos anos a cidade ainda terá o seu maior guia.

Só sei que temos de aproveitar a sua força, sua fé e seu compromisso em defesa de Sena Madureira.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Na balança


Motoristas estão chiando muito contra a forma do tratamento que estão recebendo na saída de Sena Madureira para Manoel Urbano e os demais municípios do Juruá.


Saiba por que aqui

segunda-feira, 1 de novembro de 2010


Amizade é tudo


Sena...sempre Sena!


A cidade agora tem a melhor pizza à lenha do Acre.


É a pizza do Duduca e da Lúcia, logo na entrada do município, para quem chega de Rio Branco.


Não deixa a dever para nenhuma da capital.


No feriadão eu e Diana conferimos. Chegamos na sexta.


Fomos surpreendidos, no entanto, com um chique e delicioso Tambaqui acompanhado de um vinho português no almoço de sábado.


Tratamento vip do casal Duduca, que são lunáticos, como eu, pela nossa terra.


Amizade vale mais que ouro e diamante.



domingo, 31 de outubro de 2010

Essa grande mulher!


Pra não esquecer!


Dilma Rousseff, em depoimento no Congresso, diz a tucano que mentiu para garantir a vida de seus companheiros durante os anos sem luz da política brasileira (64 a 85).


Era o tempo dos milicos no poder, onde a tortura da Ditadura imperava e acabava com a vida dos opositores quando não conseguia intimidá-los.


Dilma dá um lição de vida (nocaute, também) em Agripino Maia, PSDB.


Vídeo da TV Senado, veja:




Dilma presidente


Dilma Rousseff vence as eleições presidencias do Brasil e será a sucessora do mito e do maior presidente da história do país, Luiz Inácio Lula da Silva.


Na contramão, a maioria dos eleitores do Acre votou em Serra.


Um problema e tanto para o governo do PT acreano explicar em Brasília.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010


Argentina


O ex-presidente Néstor Kirchner morreu esta semana depois de um infarto em sua residência quando descansava em companhia de sua mulher, a presidente Cristina.


Kirchner era um nacionalista e isso incomodou demais a direita do país, que agora se assanha toda para voltar ao poder.


A capa do jornal 'Página 12' saiu assim nesta quinta, 28.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010


Memória



Na foto em cima, Almir Bezerra, meu pai, de blusa escura, o último em pé à direita. Era o time da Assincra da década de 80. Parte deles mora aqui em Rio Branco.


Na foto do meio, o Comercial da década de 70...Eu, ainda menino, apareço atrás, de short, ao lado da bandeira.



Na foto embaixo, um jogo comemorativo do Comercial realizado há dois anos. Reencontro em Sena.


Que saudade desse tempo que não volta mais!


Fonte: do acervo do Zezinho Arnold, filho do Hermes Castro, que agora põe as suas histórias no blog de Sena

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A quem serve, de fato, Serra?


 Por Renato Rabelo*

Não é de hoje que tenho chamado a atenção para a falta de um programa de governo que balize a candidatura oposicionista. Isto não pode passar despercebido na medida em que a história recente do país e o arco que sustenta a candidatura de Serra tem convicções cristalizadas sobre que país eles "sonham". Na verdade, diante de um governo vitorioso e pautado por objetivos de natureza oposta ao de FHC, não é muito fácil para eles expor de forma clara os seus reais intentos . Daí a tentativa diuturna de desconstrução da imagem de uma figura pública da estatura de Dilma Rousseff.


É assim que os oposicionistas desenterram os piores expedientes possíveis para combater nosso campo, denunciando de forma evidente que para eles "democracia" e "liberdade de expressão" só tem serventia para determinados interesses, classes e segmentos da sociedade; uma "democracia" para apenas uma minoria da população; uma "democracia" que permita falar grosso com a Bolívia e estende tapete vermelho para interlocutores norte-americanos.


Eis a essência de extrema-direita da campanha tucana. Diga-se de passagem, que quando me refiro à "extrema direita" não estou me utilizando de uma simplificadora figura de retórica. Refiro-me a práticas políticas que remontam a pautas da Idade Média e práticas de governo para quem o Estado deve ser "mínimo" para a ampla maioria da população e "máximo" para os "investidores" estrangeiros, máximo para os banqueiros, máximo para os detentores privados do monopólio sobre a comunicação social e máximo – também – aos aparelhos de repressão a qualquer manifestação popular, seja ela simplesmente reivindicatória, seja ela voltada pela manutenção de conquistas genuinamente democráticas. Os tanques na rua contra os petroleiros logo no inicio do primeiro mandato de FHC, o assassínio a sangue frio de trabalhadores sem-terra e o festival de cassetetes contra professores em greve em São Paulo, são exemplos significativos dessa orientação.


Já durante o primeiro turno, deveríamos ter colocado claramente esta contraposição exposta acima. Porém, o segundo turno serviu – dentre outras coisas – para escancarar a visão de mundo da coligação de Serra. Se num primeiro momento eles esconderam FHC, agora essa figura ocupa seu espaço de guru ideológico, o homem que dá a linha política da oposição. E isso diz muita coisa, pois no concreto José Serra não foi somente o ministro da saúde de seu governo: foi o ministro do planejamento do que eles diziam ser "o maior programa de privatização do mundo".


Afora esse aspecto de soberba ideológica, para eles esse processo visava – também – o amortecimento da dívida pública brasileira. Mas vejamos: arrecadou-se cerca de US$ 100 bilhões com o fim de diminuir a dívida pública e tirar a nação de uma permanente "crise fiscal do Estado". O resultado foi o oposto, pois a dívida interna brasileira cresceu bem mais rápido que o PIB, passando de R$ 60,7 bilhões, ou 28,1% do PIB, em 1994, para R$ 633,2 bilhões, ou 50% do PIB, em 2001. A farsa da "estabilidade monetária" não se sustenta diante da geração de 12 milhões de desempregados, iniciando um processo de quebra do tecido social brasileiro sentida até hoje. Na verdade se propala "divergências" no núcleo de governo de FHC quanto ao problema das privatizações e da política monetária. Em tese, os fatos demonstram o contrário: existiam não divergências e sim um campeonato para ver quem era mais entreguista: José Serra ou FHC? Pedro Malan ou o presidente do BC de plantão?


Ele, José Serra, nos acusa de "apego ao passado" para atingir a candidatura de Dilma e que as privatizações não estão mais em pauta. A questão é a seguinte, quem define a pauta de José Serra (que buscou desesperadamente privatizar a Nossa Caixa)? É o próprio candidato ou o "esquemão" que sustenta a candidatura dele? Não sejamos ingênuos. A grande militância dele se sustenta na imprensa e, diga-se de passagem, a mais ultra liberal da América Latina. Daí José Serra ter recorrido à imprensa, no início da crise financeira internacional, para denunciar a "farra de gastos do governo" quando o certo, segundo suas próprias palavras, seria um "enxugamento radical destes gastos". Esse foi o dízimo pago por Serra para aparecer mais nos programas noticiosos da TV. Será que no governo, José Serra iria contra esse esquemão? Iria contra os possíveis beneficiários de um esquema de pré-loteamento do pré-sal para "investidores" estrangeiros? Iria contra o seu ide ólogo FHC que recentemente em novo posfácio ao seu livro "Capitalismo e Dependência na América Latina" (escrito no início da década de 1960) para deixar evidente sua repulsa pelo "esquema" de inserção externa brasileira e simultaneamente elogiar a "abertura" mexicana? Somos nós, enfim, que queremos a "mexicanização" do Brasil?


Enfim, a batalha é dura e requer um grande esforço para desnudar as verdadeiras intenções que estão por trás da campanha de José Serra.

 
*Renato Rabelo - é presidente nacional do PCdoB

sexta-feira, 22 de outubro de 2010




Morre Brazinha, o 'Primo-Rico'


A cidade de Rio Branco ficou mais triste nesta sexta-feira.


E logo numa sexta!!!


Juarez era o seu nome de batismo, mas ninguém o chamava assim.


Vítima de câncer, 'Brazinha' ou 'Primo Rico' vai deixar saudades aos notívagos que frequentavam o seu 'Churrasquinho de Gato', no Aviário.


Brazinha era vacaísno doente. Na política foi antiPT e antiLula ainda mais.


Mas era meu amigo.


Quando ele ainda podia tomar uma, eu, que nunca bebi 'profissionalmente', chegava no seu bar e pedia uma cerveja. Ele trazia a cerveja e dois copos. Brazinha tomava 3/4 da garrafa e eu um. Eu pagava. A segunda era dele. Mas novamente se repetia a divisão na mesma proporção.


Muitas vez, no seu bar, conversávamos madrugada adentro. Depois, com a sua doença, não foi mais possível.


Brazinha era um sujeito de alto astral. Mesmo doente não demonstrava tristeza nem rancor de nada. Foi um exemplo de bom humor. De alegria.


Paranaense de nascimento, ele amava o Acre.


-Não troco isso aqui (o Acre) por nada. Eu adoro esse calor - dizia pra mim.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O SBT mostra a farsa


O candidato a presidente José Serra finge que é atingido gravemente por um manifestante no Rio de Janeiro.


As câmeras mostram, no entanto, o tamanho e o peso da farsa.



quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Boff e Chico


Chico Buarque e Frei Leonardo Boff estão com Dilma...


E centenas de outros artistas brasileiros também.


Para o bem do Brasil.


terça-feira, 19 de outubro de 2010

Os riscos do obscurantismo



Professor Emir Sader

O aspecto mais grave da atual campanha eleitoral é o apelo ao obscurantismo como arma política. Quando tinha se configurado – segundo as cada vez mais questionadas pesquisas – uma maioria em torno de um projeto geral para o país, a oposição tratou de – como disse muito bem uma analista – encontrar um atalho para falar ao povo de outra maneira, buscando deslocar a temática central, em que estaria sofrendo derrota clara.

Foi a tentativa de encarar o tema do aborto sob a ótica mais retrógrada. Justo um partido que se pretendia ilustrado, apelou para as forças mais retrógradas, para tentar explorar os sentimentos mais conservadores de setores significativos da população.

Um avanço da modernidade foi a separação republicana entre a esfera pública e a esfera privada, entre as opções que se referem à privacidade e à liberdade de cada um e aquelas que se referem aos direitos de todos. Ninguém é obrigado a ter uma religião determinada ou mesmo ser religioso, mas todas as formas de expressão religiosa são admitidas e protegidas.

O tema do aborto se prestou para a virada conservadora nos EUA e no mundo. Depois de longa luta, o movimento feminista conseguiu aprovar o direito ao aborto, em diferentes níveis e versões. Em um país como a Itália, por exemplo, se tinha conseguido aprovar, em referendos nacionais, tanto o divórcio, como o aborto, apesar da oposição do governo Democrata Cristão e do Vaticano. Era uma conquista positiva o direito da mulher de dispor do seu próprio corpo e da sua reprodução.

A virada conservadora tratou de inverter as coisas, reivindicando “a vida” contra o aborto, criminalizando os que pregavam o aborto e inclusive os que o praticavam. Tentava-se impor crenças de algumas religiões sobre os interesses gerais. É a lógica dos Estados fundamentalistas – islâmicos ou sionista -, em que não existe o principio republicano da igualdade diante da lei, substituída pelo privilegio da religião dominante. É uma lógica retrógrada, que faz da religião fator de desigualdade, abolindo o caráter laico e republicano do Estado moderno.

Foi nessa onda conservadora que praticamente todos os cargos importantes da Justiça norteamericana foram mudados numa direção conservadora, em que o financiamento das escolas religiosas aumentou exponencialmente às custas das escolas privadas.

A ofensiva gigantesca do Vaticano contra a Teologia da Libertação liquidou uma corrente popular de grande aceitação no mundo católico, facilitando o avanço dos evangélicos e da corrente carismática dentro do catolicismo – ambas com viés fortemente conservador.

Os preconceitos religiosos sempre foram utilizados em campanhas eleitorais brasileiras, seja para tentar a eleição de candidatos laicos, seja para promover a eleição de bancadas de religiosos. Mas, pela primeira vez, pode ser um aspecto decisivo para definir a eleição presidencial, com conseqüências desastrosas para a democracia e o caráter republicano do Estado.

Uma candidatura como a de José Serra, que era dada como morta, de repente se vê guindada ao segundo turno, pelos votos de outra candidata – Marina da Silva -, e sem programa a propor, lança-se a tentar ganhar de qualquer maneira, apelando para o as calunias e a exploração conservadora dos sentimentos religiosos de uma parte da população.

O que está em jogo não são apenas duas candidaturas: é se o projeto de diminuição – pela primeira vez – das desigualdades e da injustiças no Brasil terá continuidade e aprofundamento ou se será brecado e um governo similar aos dos anos 90 voltará ao governo, com os riscos de obscurantismo, repressão, entreguismo e outros tantos retrocessos.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010


De volta



Depois de 60 dias de folga na Bologna, Itália, o velho e guerreiro padre Paolino Baldassari está de volta ao Principado de Sena.


Para alegria da maioria e desconforto de uns poucos.


A cidade agora não está mais orfã.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Dilma, mostre que é de briga


Por Mino Carta


As reações de milhares de navegantes da internet envolvidos na celebração dos resultados do primeiro turno como se significassem a derrota de Dilma Rousseff exibem toda a ferocidade – dos súditos de José Serra. Sem contar que a pressa de suas conclusões rima sinistramente com ilusões.


Escrevi ferocidade, e não me arrependo. Trata-se de um festival imponente de preconceitos e recalques, de raiva e ódio, de calúnias e mentiras, indigno de um país civilizado e democrático. É o destampatório de vetustos lugares-comuns cultivados por quem se atribui uma primazia de marca sulista em relação a regiões- entendidas como fundões do Brasil. É o coro da arrogância, da prepotência, da ignorância, da vulgaridade.


É razoável supor que essa manifestação de intolerância goze da orquestração tucana, excitada pelo apoio maciço da mídia e pelos motes da campanha serrista. Entre eles, não custa acentuar, a fatídica intervenção da mulher do candidato do PSDB, Mônica, pronta a enxergar na opositora uma assassina de criancinhas. A onda violeta (cor do luto dos ritos católicos) contra a descriminalização do aborto contou com essa notável contribuição.


Ocorre recordar as pregações dos púlpitos italianos e espanhóis: verifica-se que a Igreja Católica não hesita em interferir na vida política de Estados laicos. Não são assassinos de criancinhas, no entanto, os parlamentares portugueses que aprovaram a descriminalização do aborto, em um país de larguíssima maioria católica. É uma lição para todos nós. Dilma Rousseff deixou claro ser contra o aborto “pessoalmente”. Não bastou. Os ricos têm todas as chances de praticar o crime sem correr risco algum. E os pobres? Que se moam.


A propaganda petista houve por bem retirar o assunto de sua pauta. É o que manda o figurino clássico, recuar em tempo hábil. Fernando Henrique Cardoso declarava-se ateu em 1986. Mudou de ideia depois de perder a Prefeitura de São Paulo para Jânio Quadros e imagino que a esta altura não se abstenha aos domingos de uma única, escassa missa. Se não for o caso de comungar.


A política exige certos, teatrais fingimentos. Não creio, porém, que os marqueteiros nativos sejam os melhores mestres em matéria. Esta moda do marqueteiro herdamos dos Estados Unidos, onde os professores são de outro nível, às vezes entre eles surgem psiquiatras de fama mundial e atores consagrados. Em relação ao pleito presidencial, as pesquisas falharam e os marqueteiros do PT também.


Leio nesses dias que Dilma foi explicitamente convidada por autoridades do seu partido a descer do salto alto. Se subiu, de quem a responsabilidade? De todo modo, se salto alto corresponde a uma campanha bem mais séria e correta do que a tucana, reconhecemos nela o mérito da candidata.


Acaba de chegar o momento do confronto direto, dos debates olhos nos olhos. Ao reiterar nosso apoio à candidatura de Dilma Rousseff, acreditamos, isto sim, que ela deva partir firmemente para a briga, o que, aliás, não discreparia do temperamento que lhe atribuem. Não para aderir ao tom leviano e brutalmente difamatório dos adversários, mas para desnudar, sem meias palavras, as diferenças entre o governo Lula e o de FHC. Profundas e concretas, dizem respeito a visões de vida e de mundo, e aos genuínos interesses do País, e a eles somente. Em busca da distribuição da riqueza e da inclusão de porções cada vez maiores da nação, para aproveitar eficazmente o nosso crescimento de emergente vitorioso.


CartaCapital está com Dilma Rousseff porque é a chance da continuidade e do aprofundamento das políticas benéficas promovidas pelo presidente Lula. E também porque o adágio virulento das reações tucanas soletra o desastre que o Brasil viveria ao cair em mãos tão ferozes.


P.S. Bem a propósito: a demissão de Maria Rita Kehl por ter defendido na sua coluna do Estado de S. Paulo a ascensão social das classes mais pobres prova que quem constantemente declara ameaçada a liberdade de imprensa não a pratica no seu rincão.


Mino Carta
Mino Carta é diretor de redação de CartaCapital. Fundou as revistas Quatro Rodas, Veja e CartaCapital. Foi diretor de Redação das revistas Senhor e IstoÉ. Criou a Edição de Esportes do jornal O Estado de S. Paulo, criou e dirigiu o Jornal da Tarde. redacao@cartacapital.com.br

sábado, 9 de outubro de 2010

Eleição


Não se ganha de véspera nem com invenções de TV fora da realidade.


O que se viu no horário político do Acre foi muita invenção e pouca sintonia com as coisas da rua.


Enfim, os mortais do povo 'não sabem de nada sobre política.'


E ainda tem gente que acredita nisso.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Santa Rosa


A meninada do município pede socorro!!!


Um surto de diarreia (não tem mais o agudo no e) toma conta da cidade e lota o único hospital de um dos locais mais isolados do Estado.


Vamos lá, pessoal!!!


Ajudem Santa Rosa!!!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

governo do Acre


Tião Viana é eleito


Frente Popular faz a festa no Palácio neste fim de domingo.


Com o estado dividido eleitoralmente, o candidato do PT vence a eleição mais apertada da história recente do Acre.


E a 'professora' política nos ensina a cada dia da nossa vida.

domingo, 3 de outubro de 2010

sexta-feira, 1 de outubro de 2010


Amigo Calixto,



Gostaria muito o Bob Vaz que, declaradamente, apóia os candidatos da oposição, que a minha afirmação fosse exatamente do jeito que saiu no AC24horas.


Vaz me telefonou e perguntou o que achava da PF ter ido à Aleac cumprir um mandado de busca e apreensão. Minhas palavras para ele, que pode comprovar, foram:


-A polícia está no seu papel. Recebe uma denúncia e vai conferir. Eu não estava lá, ninguém da equipe da comunicação estava lá, até porque estou em campanha (para eleger Edvaldo Senador, esta parte o Bob incluiu por conta dele. Eu perdoo) e o último lugar onde eu estaria nesta hora, seria na Aleac, pois hoje não tem expediente lá.


E mais: nem a palavra invasão eu utilizei. Não cabe. Eles - os agentes - cumpriram uma determinação da justiça. E ponto final.


Foi isso o que disse e não retiro uma vírgula. Cumpro com os meus compromissos todos os dias e em todos os horários que o expediente determina. Nesse tempo em que estou na Aleac não faltei a único dia de trabalho. Sempre foi assim nos lugares onde passei.


O Bob Vaz e você, amigo Calixto, estão do outro lado nessas eleições. Eu entendo e respeito.


E você, deputado, sabe que sou um defensor intransigente do equilíbrio na Assembleia. E o maior exemplo disso é a cobertura da Agência Aleac com os 24 deputados durante esses quatros anos sob o meu discreto e modesto comando. Me orgulho muito do trabalho que nossa equipe tem feito e vamos fazer até o final desse mandato.


No mais é esperar o dia da eleição. Que seja feito o desejo dos eleitores.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Edvaldo Magalhães

O voto da responsabilidade


A grande disputa nas eleições do Acre em 2010 não é para deputado ou governador.

É para o senado. Para uma das duas vagas. Porque uma delas, diz o povo, já está definida e tem nome: Jorge Viana.

A outra vaga é a que tem chamado mais atenção no noticiário, nos bate-papos de botequins e esquinas da capital e dos municípios.

Disputam um só lugar três nomes: João Correia, Petecão e Edvaldo Magalhães.

Um dos três dividirá com Jorge Viana os assentos do senado.

E aqui mora o perigo.

O voto para senador não pode ser um voto qualquer. Serão oito anos de mandato. E se o senador for fraco, ruim de trabalho e pouco sério quem arcará com as conseqüências será o estado e todos nós acreanos.

Eu defendo o voto em Edvaldo Magalhães, o parlamentar mais preparado da nossa terra. O voto para o senado é um voto de responsabilidade. Alta responsabilidade.

Edvaldo Magalhães é sinônimo de responsabilidade.

Faltam poucos dias para as eleições. Sejamos responsáveis com o estado.

Edvaldo para o senado.

O Acre vai agradecer muito.


terça-feira, 28 de setembro de 2010




Rda Braña


Hoje é o aniversário da minha mãe, Rda Braña.


Ela já ultrapassou a casa dos 70.


À noite todo mundo lá na casa dela...!!!


Vai ter bolo e refrigerante, meninada!!!


Sua Excelência...


O eleitor no Brasil é - e no Acre nem se fala - o ativo real mais valorizado dos próximos dias.


Candidato dá ouvidos a qualquer um que se aproxime. E ainda faz cara de preocupado com o seu problema.


É a mágica da proximidade da eleição.


Além disso, o eleitor, nos dias atuais, tem todas as razões do mundo em qualquer assunto.


Mas tem um problema: prazo de validade


Produto válido até o dia 3, às 17h.

sábado, 25 de setembro de 2010

106 anos


Sena Madureira.


Neste sábado, 25 de Setembro, minha cidade completa mais um ano de emancipação política, mesmo estando sem esta tal emancipação há muito tempo.


Abandonada, Sena resiste aos percalços da vida acreana.


Jogada para terceiro e quarto planos, a cidade dos cinco rios (Purus, Iaco, Caeté e Macauã, além do Chandless) sofre com a falta de perspectiva. Embora não falte a Sena todas as possibilidades para ser grande, importante e desenvolvida.


Por enquanto faltam olhos e cérebros no comando capazes de enxergar essas possibilidades.


Nenhum município do Acre tem à sua disposição cinco belos rios....


Só Sena!


Sena Madureira precisa de luz...A escuridão tomou conta da cidade.


Só o seu povo saberá encontrar as alternativas certas para transformar Sena numa cidade capaz de guiar o seu próprio rumo. E o caminho tem que ser o do progresso.


Que a cidade aproveite esse momento de sofrimento e tenha coragem - e inteligência - para sair do atoleiro em que se encontra.


Com a luta e o trabalho de todos, o futuro será generoso com Sena!


Eu tenho certeza disso!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Os 7 pecados da Antônia


A Polícia Federal colhe desde cedo depoimento da candidata a dep federal Antônia Lúcia.


Em nota, a PF aponta os crimes, que seriam sete.


Leia aqui: http://bit.ly/dfBelj

domingo, 19 de setembro de 2010


Uma viagem maravilhosa!



Ouça e veja a crônica imortal de Nelson Rodrigues, o maior de todos os tricolores.


Bem apropriada para um domingo de FLA-FLU.


quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Assim ,sim!


Já voltou a ser atualizado o sítio do Tribunal Regional Eleitoral, que passou seis dias sem postar decisões e notícias da corte sobre o processo eleitoral.


Repito: o sítio do TRE, em época eleitoral, é o mais importante de todos.


Quer ver? acesse aqui

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Site do TRE


O principal endereço eletrônico em época de eleições, o site do Tribunal Regional Eleitoral está há quase uma semana sem postar uma única notícia da campanha.


O que está havendo?


http://www.tre-ac.gov.br/site/ é o mais ágil meio de contato da imprensa e dos eleitores com a nossa corte eleitoral.


O último post foi em 9/9, às 9h42min.
Horário Eleitoral


Há tempo que eleitores e eu mesmo pedia Perpétua no horário eleitoral falando de Edvaldo Magalhães.


A oposição (Petecão) bobeou e deixou isso acontecer.


Na noite de quarta, 14, Perpétua dominou o horário eleitoral e acumulou pontos (votos) com o eleitorado para si e para Edvaldo, candidato ao senado.


Dia 3 de outubro vocês vão ver o resultado.

sábado, 11 de setembro de 2010

11-S: nove anos depois


Pela primeira New York se divide para relembrar o ataque contra as Torres Gêmeas, do World Trade Center.


A polêmica agora na cidade mais importante do mundo é se uma Mesquita será construída ou não na chamada Zona Zero da cidade.


Barack Obama tenta conter a direita mais alarmista do seu país, que não quer nem ouvir falar da Mesquita. Até um louco de um pastor ameaçou tocar fogo no Alcorão nos últimos dias.


O presidente Barack Obama diz com razão:


-O 11 de Setembro não foi um ataque de uma religião, mas um ataque da Al Qaeda.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

 

Fidel dá a deixa...


Em entrevista a um jornalista norte-americano, da revista 'The Atlantic', o comandante da Ilha Rebelde, Fidel Castro, parece que resolveu dá a dica para o irmão Raul para fazer as mudanças, se é que suas declarações são mesmo verdadeiras.


-El modelo cubano ya no funciona ni siquiera para nosotros (O modelo cubano não funciona mais nem para nós mesmo).


Quer ler a matéria?. Está em español, no El País


terça-feira, 7 de setembro de 2010

Edvaldo Magalhães e Flaviano
Cenas da campanha...


Edvaldo Magalhães, candidato ao Senado, e Flaviano Melo, candidato à reeleição para a câmara dos deputados, se encontram no Museu dos Autonomistas, durante lançamento do livro Acre: onde o vento faz a curva, de Sílvio Martinello.


Nem tudo é disputa...Tem até pausa para a cordialidade.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010


Difusora




66 anos...!

A mais importante emissora de rádio do Acre está de idade nova. Ganhou até um pequeno Museu para guardar em memória a sua fantástica história.


De Difusora eu entendo um pouco. Ouço quase todo dia quando vou no carro e mesmo quando estou fora de Rio Branco.


Não existe nada no mundo parecido - além de sensacional - como o programa de Mensagens. Hoje de manhã vi o Edmar Bezerra anotando uma mensagem que uma senhora ditava. Só no Acre é assim: a pessoa chega, dita a mensagem que é escrita e transmitida do jeito que o povo manda que seja. Com todos os vícios de linguagem possíveis...


Vida longa à Difusora!


Outras fotos no Flickr 

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Só 30 dias


Falta um mês para a eleição.


As pesquisas já indicam quem serão os eleitos, menos para a outra vaga ao Senado.


A disputa entre Petecão e Edvaldo pegou fogo.


O vermelho tá feito bicho na campanha.


E isso faz a diferança.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Adeus JB impresso



119 anos.


Foi às bancas pela última vez a edição impressa do Jornal do Brasil, o mais importante do país durante várias décadas. Agora somente na internet, no www.jb.com.br


Jornalistas no Rio de Janeiro se reuniram nessa terça para lembrar, 'com afeto' um pouco da história do JB.


Escola para muitos dos melhores jornalistas do Brasil, o JB vinha agonizando há mais de década. Nao deu outra.


Fica a história do jornal de papel brasileiro mais conhecido no mundo.

sábado, 28 de agosto de 2010

Adalberto Anute Brito

Velho amigo



Somos amigos desde a infância, adolescência...Adalberto cuidava do time de futebol onde eu era um dos seus atletas...Encontrei-o na sexta, em Sena, e ele lembrou.


Estava acompanhado do seu filho querido, o Pitel, que nem sabia que eu era amigo do seu pai há quase meio século.


Adalberto Anute Brito enfrentou os contratempos e as surpresas do mundo como poucos e há tempo nos dá uma lição de coragem e alegria com a vida que tem.


Marcamos um novo encontro para uma conversa mais demorada.


Gravei esse filme num evento político em que ele participou como convidado especial.


É a minha primeira homenagem a ele...de apenas 2 minutos. Veja abaixo:



sexta-feira, 27 de agosto de 2010


Do professor Emir Sader



Emir já foi comentarista de política internacional da Globo News, que o tirou do ar porque ele era muito bom e explicava as coisas de maneira clara. E isso não pode, claro. Leia aí:


O que é um tucano?


Avis rara, animal político com grave risco de extinção, o tucano se diferencia dos outros animais. Identifiquemos suas características, antes que seja tarde demais:


O tucano tem certeza que tem razão em tudo o que diz e faz.


O tucano lê a Folha de São Paulo cedinho e acredita em tudo o que lê.


O tucano nunca foi à América Latina, considera o continente uma área pré-capitalista e, portanto, pré-civilizatória.


O tucano considera a Bolívia uma espécie de aldeia de xavantes e a Venezuela uma Albânia.


O tucano nunca foi a Cuba, mas achou horrível.


O tucano foi a Buenos Aires (fazer compras com a patroa), mas considera a Argentina uma província européia.


O tucano considera FHC merecedor de Prêmios Nobel – da Paz, de Literatura, de física, de química, quaisquer.


O tucano considera o povo muito ingrato, ao não reconhecer o bem que os tucanos – com FHC à cabeça - fizeram e fazem pelo país.


A cada derrota acachapante, o tucano volta à carga da mesma maneira: ele tinha razão, o povo é que não o entendeu.


O tucano acha o povo malcheiroso.


O tucano considera que São Paulo (em particular os Jardins paulistanos) o auge da civilização, de onde deve se estender para as mais remotas regiões do país, para que o Brasil possa um dia ser considerado livre da barbárie.


O tucano mora nos Jardins ou ambiciona um dia morar lá.


O tucano é branco ou se considera branco.


O tucano compra Veja, mas não lê. (Ele já leu a Folha).


O tucano tem esperança de retomar o movimento Cansei!


O tucano tem saudades de 1932.


O tucano venera Washington Luis e odeia Getúlio Vargas.


O tucano só vai a cinema de shopping.


O tucano só vai a shopping.


O tucano freqüenta a Daslu, mesmo que seja por solidariedade às injustiças sofridas em função da ação da Justiça petista.


O tucano nem pronuncia o nome do Lula: fala Ele.


O tucano conhece o Nordeste pelas novelas da Globo.


O tucano dorme assistindo o programa do Jô.


O tucano acorda assistindo o Bom dia Brasil.


O tucano acha o Galvão Bueno a cara e a voz do Brasil.


O tucano recorta todos os artigos da página 2 da Folha para ler depois.


O tucano acha o Serra o melhor administrador do mundo.


O tucano acha Alckmin encantador.


O tucano tem ódio de Lula porque tem ódio do Brasil.


O tucano sempre acha que mereceria ter triunfado.


O tucano é mal humorado, nunca sorri e quando sorri – como diz The Economist sobre o candidato tucano - é assustador.


O tucano não tem espírito de humor. Também não tem motivos para achar graças das coisas. É um amargurado com o mundo e com as pessoas pelo que queria que o mundo fosse e não é.


O tucano considera a Barão de Limeira sua Meca.


O tucano acha o povo brasileiro preguiçoso. Acha que há milhões de “inimpregáveis” no Brasil.


O tucano acha a globalização “o novo Renascimento da humanidade”.


O tucano se acha.


O tucano pertence a uma minoria que acha que pode falar em nome da maioria.


O tucano é um corvo disfarçado de tucano.


Emir Sader ( Colunista da Carta Maior)

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Perigo no aeroporto


Pilotos me disseram que as dificuldades para pousos e decolagens no aeroporto da capital ganharam mais um aliado, de peso: as máquinas que estão sendo utilizadas na recuperação da pista.


-Elas interferem nos aparelhos que orientam os pilotos quando a visibilidade é baixa - disse um deles.


-Já pedimos para tirar nos horários dos pousos e decolagens, mas foi em vão - disse outro piloto.


Tem hora do dia que a visibilidade reduz a apenas 700 metros.


E pousar um boeing desse jeito é correr sério risco. Tem que ser bom.


Bem...todo mundo sabe que esse aeroporto de Rio Branco já nasceu ultrapassado.


E agora ainda essas máquinas....

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Formatura


Chiques e Nobres...


Taí o meu amigo e irmão Antônio José Nobre e a Eudoxia na festa de formatura da filha Andrelina, na cidade de Manaus, AM.


AJosé caprichou na gravata. Eudoxia não deixou por menos.


Mas linda mesmo está a Andrelina....


Faltou só a Claclá na foto!!!


terça-feira, 17 de agosto de 2010

Semana triste


Primeiro foi no domingo, meu vizinho e amigo Hélio Koury, um marxista, como ele mesmo gostava de dizer.


Seu Hélio era uma figura humana fantástica...Ele vinha sofrendo com a falta de saúde há tempo.


E nesta manhã, a trágica morte do presidente da Câmara de Vereadores de Rio Branco, o vereador e pastor Jessé Santiago.


Uma ducha de água fria na campanha eleitoral.

sábado, 14 de agosto de 2010

Na telinha


O programa eleitoral na TV e rádio começa na terça-feira, 17, e promete ser o fio da meada na campanha eleitoral no Acre.


É, dizem os marqueteiros, claro, a hora da onça beber água. Ou o momento de saber quem tem lata vazia para vender.


Depois do episódio, lamentável, envolvendo o candidato João Correia e a TV5 a propaganda na TV promete.


Então, até terça.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010


Feliz aniversário


Acabo de comemorar em família mais um aniversário de Diana.


Foi um dia corrido...Pra mim e pra ela, que só chegou em casa, como eu - já à noite.


Mas nada como a Miragina para salvar o dia.


Um salgadinho ali, um refrigente acolá...uma cerveja gelada.


A família...filhos, pai, mãe, sogra, cunhada, tios....a reca toda.


Simples, mas Diana gostou.


Todos nós - esses aí de cima e mais eu -  te amamos de verdade.


PS: a foto acima é na cidade de Zaragoza, España, e eu gosto muito. Foi um momento especial de nossas férias no começo do ano.

domingo, 8 de agosto de 2010

Dia dos Pais


Já recebi um dos dois presentes possíveis.


Foi de Isabele...


Ainda tem o do João Lucas...


Esse é o primeiro Dia dos Pais sem o velho Almir.

sábado, 7 de agosto de 2010


No Paraíso com ideas




Vi as entrevistas dos candidatos ao senado na TV Gazeta nesta semana.


O que mais impressionou, em alguns deles, foi a falta de ideia na cabeça.


Inadimissível que um candidato a senador não tenha um lampejo de idea coerente nos miolos.


Um deles, além de não ter nada para apresentar...optou pela ira, pela cólera. Pelo destempero.


Quando política é feita com ódio tem 100% de chance para dar errado.


O Acre não é nenhum paraíso, mas já foi muito, muito pior.


O desafio, senhores, é melhorar, avançar para além do que já temos.


O senado, sim, que é um paraíso para quem chega lá...


Mas para fazer bonito no paraíso tem que ter ideias.


Se quiser me seguir clique....http://twitter.com/jrbrana

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Dá só uma olhada...


Mesmo em plena luta eleitoral, nas horas vagas me divirto com o FLU.


Se divirta também....

domingo, 1 de agosto de 2010

Líder mais do que nunca


É bonito ver essa tabela assim, com o Fluminense no altar, olhando para baixo, onde todos estão, exceto ele, claro.


quinta-feira, 29 de julho de 2010


Livro novo do Martinello


Acabo de ter o privilégio de ler a 'orelha' do novo livro de Sílvio Martinello, cujo título provisório é:


ACRE, onde o vento faz a curva.



A história promete.


O lançamento deverá acontecer antes das eleições.


É um romance e  vai gerar polêmica, tenho certeza.


Martinello já escreveu outros três livros (A Ilha da Consciência, Corações de Borracha e Amanda).


Vamos aguardar.

terça-feira, 27 de julho de 2010


Esquentando...



Devagar, mas começou a melhorar a campanha eleitoral no Acre.


Ainda não está daquele jeito que todos nós conhecemos.


Mas já, já você e eu vamos reviver aqueles momentos de grande disputa e alegria nas ruas.


Porque campanha tem que ter visibilidade e gente nas ruas pedindo votos.


Os protagonistas das eleições não podem ficar com medo das rígidas leis eleitorais da nossa justiça.


Apenas respeitá-las.


Quer seguir eu no tuitter: clique aqui

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Sucesso na Argentina


O jornal Rosario3, da Argentina, reproduziu trecho de entrevista do presidente Lula à Record.


Os comentários de los hermanos são os melhores possíveis.


Leia o que falam os argentinos de Lula logo abaixo do vídeo, de pouco mais de 3mim.




GIULIANO
22/07/2010
12:42

QUE LASTIMA EN ESTOS AÑOS NI UN SOLO GOBIERNO TOMO COMO EJEMPLO A LULA TODO LO CONTRARIO EN UN PAIS TAN RICO HASTA URUGUAY SE DIO CUENTA
Luckb
22/07/2010
12:40

ESTO ES UN PRESINDETE ! ! ! tengo una gran admiracion por lula. como me gustaria que el fuera nuestra presidente y no, la cosa esta que tenemos que padecer. muy bueno el video. ya me la veo venir a cristina actuando como si le importase el pais...
Tato84
22/07/2010
12:37

Yo también rompo en lágrimas cada vez que observo nuestros logros sociales....=(
joseH
22/07/2010
12:24

Lula es la fiel demostracion, que en el fondo no importa la bandería politica cuando se piensa en la gente. No por nada son el gigante sudamericano, miran para adelante sin olvidar la historia.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

O jingle da FP


Com voz de Álamo Kário e coro, a melodia é fácil de pegar e tem apelo emocional.


Resta esperar agora o jingle da oposição.


Jingle é meio caminho andado.


Por enquanto 1 a 0 para a Frente Popular.



Vídeo reinserido, veja

terça-feira, 13 de julho de 2010


Paolino na Itália




Paolino, 85, viajou na segunda-feira, 12, para a cidade de Bologna e ficará pelo menos até outubro.


Depois de passar vários dias percorrendo os rios de Sena, o incansável e atuante padre vai rever a família depois de anos.


Uma irmã sua, já de idade bem avançada - não estaria bem de saúde e Paolino foi chamado para estar perto neste momento.


Em conversa comigo, disse:


-Vou, mas volto. Meu lugar é em Sena Madureira.


Disso, não tenho dúvida.


Boa viagem!!!, velho guerreiro de todas as horas!

domingo, 11 de julho de 2010

Humor espanhol





A criatividade de um madrileño publicada no blog do Renato Maurício Prado, de O Globo.


-Van A Perder...


Um trocadilho do verbo IR em Castellano com o nome de um jogador holandês.

sábado, 10 de julho de 2010


Fora de campo, Lúcio pisa na bola



Por AIRTON GONTOW

Pub no blog do Juca Kfouri


Em plena Copa do Mundo e, ainda, com a onipresença do terrível caso Bruno, quase passou em branco a declaração do capitão Lúcio na última segunda-feira, dia 5 de julho, no “Jornal Nacional” da Rede Globo.


Raro exemplo de jogador que une a raça e a técnica, atleta que, como muitos dizem, quase que obriga os companheiros a se matarem em campo tamanha a sua entrega e dedicação, o zagueiro pisou na bola ao dar uma lição de moral e patriotismo no povo brasileiro: “…o verdadeiro torcedor, o verdadeiro brasileiro tem que sentir orgulho da Seleção, tem que sentir orgulho da sua pátria, daqueles que estão representando a Seleção. Até porque torcer e amar uma seleção somente quando ganha é muito fácil”, disse o zagueiro.


Ué, mas não é justamente o amor do povo brasileiro pela derrota da Seleção Brasileira de 82 que tanto irrita Dunga e o grupo?


Não é essa uma Seleção que abdicou completamente do estilo brasileiro de jogar em prol, única e exclusivamente, do resultado, que não veio?


Não é essa uma Seleção que propositalmente fechou um grupo e impediu a entrada de novos talentos?


Se não queremos trabalhar em uma Redação que faz panelinhas e só deixa os antigos viajarem para uma Copa; se não vemos com bons olhos uma empresa ou grupo de amigos que se fecham e não permitem a entrada ou crescimento de mais ninguém; se não admiramos ou queremos no poder um partido político que inventa inimigos para criar uma falsa unidade; se não gostamos de atletas que veem os jogadores das outras equipes não como adversários, mas como inimigos…por que então deveríamos amar essa Seleção perdedora?


O povo brasileiro ama seu futebol Lúcio, mas não precisa de lição de moral ou de amor.


Nós e o mundo – amamos sim times que perderam mas conquistaram nossos corações de apaixonados por futebol, como o Brasil de 82, a Hungria de 54 e a Holanda de 74.


*Airton Gontow é jornalista e cronista.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Não é para todos




Só o FLU tem a Jabulane...
Burrice à vista


Brasil cogita a estupidez de setorizar Copa


Por Erich Beting - Uol


A Copa do Mundo de 2014 deverá dividir o Brasil em quatro. O presidente Ricardo Teixeira acaba de revelar que se estuda a chance de "fatiar" o país em diferentes regiões para melhor atender à demanda de transporte e evitar grandes deslocamentos dos torcedores durante o Mundial.


Se a proposta de fato vingar, o Brasil cometerá um dos maiores erros no que diz respeito a saber fazer dinheiro e faturar com uma Copa do Mundo.


Até 1994, o Mundial era "setorizado". Cada grupo ficava numa única sede. Até então, a Copa acontecia em países relativamente pequenos, com facilidade e agilidade de deslocamento entre as diferentes cidades-sedes. Quando o Mundial foi para os Estados Unidos, país de dimensão continental tal qual o Brasil, acabou-se esse história de que um time ficava numa única sede.


E o raciocínio americano foi simples, lógico e claro. Deixar um torcedor cerca de duas semanas num mesmo lugar é estúpido do ponto de vista turístico. Se ele vai para o país da Copa, não pode ficar "confinado" a um único lugar. Tem de viajar, conhecer diferentes regiões, pagar pela passagem, hospedagem, consumo...


Desde então, até mesmo a Copa de 2002, dividida entre Japão e Coreia do Sul, contou com deslocamento entre países de torcedores.


Ao fatiar o país em quatro, o Brasil assume sua incompetência no que diz respeito à infraestrutura de transporte. Sem estradas decentes, sem malha ferroviária e com aeroportos sucateados, o país não conseguirá atender à demanda de uma Copa do Mundo.


Durante quase dois anos, as cidades, com a conveniência do Comitê Organizador Local, preferiram fazer balão de ensaio político em vez de trabalhar para organizar, decentemente, o Mundial.


Fatiar o país, além de atestado de incompetência, é de uma burrice tremenda no que diz respeito a aumentar a receita com o turismo. Além de perder uma grande oportunidade de mostrar o quão diverso, e rico, é o Brasil.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Rainha e Puyol de Toalha


A Rainha Sofia, da España, desceu ao vestiário logo após a Fúria vencer a Alemanha pela semi-final da Copa da ÁFrica do Sul.


Veja como os atletas a receberam:


La felicidad imposible


Por Fidel Castro


Prometí que sería el hombre “más feliz del mundo si estaba equivocado” y desgraciadamente mi felicidad duraría muy poco.


Todavía no ha concluido la Copa Mundial de Fútbol. Faltan aún seis días para el partido final.



¡Qué extraordinaria oportunidad se perderán posiblemente el imperio yanki y el Estado fascista de Israel para mantener apartadas las mentes de la inmensa mayoría de los habitantes del planeta de sus problemas fundamentales!


¿Quién se habrá percatado de los siniestros planes del imperio con relación a Irán y sus burdos pretextos para agredirlo?


Al mismo tiempo me pregunto: ¿qué hacen por primera vez los buques de guerra israelitas en los mares del Golfo Pérsico, el Estrecho de Ormuz y las áreas marítimas de Irán?


¿Es posible imaginar que de allí se marcharán los portaaviones nucleares yankis y los buques de guerra israelitas con el rabo entre las piernas, cuando se cumplan los requisitos contenidos en la Resolución 1929 del 9 de junio de 2010 aprobada por el Consejo de Seguridad de Naciones Unidas, que mantiene la autorización para la inspección de los buques y aeronaves iraníes con la posibilidad de llevarla a cabo en el territorio de cualquier Estado y que esta vez autoriza a hacerlo a los buques en altamar?


La Resolución establece también que no se realizaría la inspección de los buques iraníes sin el consentimiento de Irán. En ese caso, la denegación sería objeto de análisis.


Otro elemento añadido es la posibilidad de confiscar lo inspeccionado, si se confirma que incumple lo dispuesto por la Resolución.


Un Irán desarmado fue víctima de aquella cruel guerra con Iraq en la que masas de Guardianes de la Revolución limpiaban los campos de minas avanzando sobre las mismas.


Este no es el caso de hoy. Expliqué en Reflexiones anteriores que Mahmud Ahmadineyad fue jefe de los Guardianes de la Revolución en el Oeste de Irán, que llevó el peso principal de aquella guerra.


Años más tarde, un gobierno de Iraq envalentonado envió el grueso de su Guardia Republicana y se anexó el Emirato Árabe de Kuwait rico en petróleo, que fue presa fácil.


El gobierno de Iraq mantenía con Cuba estrecha amistad y se le prestaba, desde los tiempos en que no estaba en guerra con nadie, importantes servicios de salud. Nuestro país trató de persuadirlo de que abandonara Kuwait, y pusiera fin a la guerra que había provocado a partir de puntos de vista erróneos.


Hoy se conoce que una mediocre embajadora yanki, que sostenía con el Gobierno de Iraq excelentes relaciones, lo indujo al error cometido.


Bush padre atacó a su antiguo amigo dirigiendo una potente coalición con una fuerte composición árabe-musulmana-sunita de países que abastecen de petróleo a gran parte de las naciones industrializadas y ricas, la cual avanzó desde el Sur de Iraq para cortar la retirada a la Guardia Republicana que se replegaba hacia Bagdad, la que por prudencia de la Infantería de Marina y las Fuerzas Armadas de Estados Unidos -bajo la dirección de Colin Powell, general con prestigio, y posteriormente Secretario de Estado de George W. Bush- escapó hacia la capital de Iraq.


Por pura venganza, contra ella utilizaron los proyectiles contaminados con uranio empobrecido con los que por primera vez experimentaron el daño que podrían ocasionar en los soldados adversarios.


El Irán al que en este momento amenazan, con sus ejércitos de aire, mar y tierra, de religión musulmana-chiíta, en nada se parece a la Guardia Republicana que atacaron impunemente en Iraq.


El imperio está a punto de cometer un impagable error sin que nada lo pueda impedir. Avanza inexorablemente hacia un siniestro destino.


Lo único que puede afirmarse es que hubo cuartos de final en la Copa Mundial de Fútbol. De ese modo los fanáticos del deporte pudimos disfrutar los emocionantes partidos en que vimos cosas increíbles. Se afirma que, en 36 años, el equipo de Holanda no perdía un viernes en partidos de la Copa Mundial de Fútbol. Únicamente gracias a las computadoras podría sacarse esa cuenta.


El hecho real es que Brasil fue eliminado de los cuartos de final de la Copa.


Un juez dejó a Brasil fuera de la misma. Al menos esa fue la impresión que no se cansó de repetir un excelente narrador de la televisión cubana. Después la FIFA declaró que era correcta la decisión arbitral.


Más adelante, el mismo juez dejó a Brasil con 10 jugadores en un momento decisivo, cuando faltaba todavía más de la mitad del segundo tiempo del partido. Con seguridad que esa no fue nunca la intención del árbitro.


Ayer fue eliminada Argentina. En los primeros minutos el equipo alemán, a través del mediocampista Müller, sorprendió a la confiada defensa y al portero argentino logrando obtener un gol.


Con posterioridad, no menos de 10 veces los delanteros argentinos, por una del equipo alemán, no lograron un gol.


Por el contrario, el equipo alemán anotó tres más, y hasta Angela Merkel, Canciller Federal de Alemania, aplaudía rabiosamente.


Así, nuevamente, uno de los equipos favoritos perdió. De ese modo, más del 90% de los fanáticos del fútbol en Cuba quedaron estupefactos.


La inmensa mayoría de los amantes de ese deporte ni siquiera saben en qué continente está Uruguay. Un final entre países europeos será lo más descolorido y antihistórico desde que nació ese deporte en el mundo.


En cambio, ocurrieron hechos en la esfera internacional que no tienen nada que ver con los juegos de azar y sí con la lógica elemental que rige los destinos del imperio.


Una serie de noticias vieron la luz los días 1, 2 y 3 de julio.


Todas giran en torno a un hecho: las grandes potencias representadas en el Consejo de Seguridad de Naciones Unidas con derecho al veto, más Alemania, instaron el dos de julio al Gobierno de Irán a dar “una pronta respuesta” a la invitación que se le hiciera para retornar a las negociaciones por su programa nuclear.


El Presidente Barack Obama firmó el día anterior una Ley que amplía las medidas existentes contra los sectores energético y bancario de Irán, y podría penalizar a compañías que realicen negocios con el Gobierno de Teherán. Es decir, el bloqueo riguroso y el estrangulamiento de Irán.


El Presidente Mahmud Ahmadineyad afirmó que su país retomará las conversaciones a fines de agosto y destacó que en las mismas deben participar países como Brasil y Turquía, los dos únicos miembros del Consejo de Seguridad que se opusieron a las sanciones el 9 de junio.


Un funcionario de alto rango de la Unión Europea advirtió, despectivamente, que ni Brasil ni Turquía serán invitados a participar en las conversaciones.


No hace falta más para sacar las conclusiones pertinentes.


Ninguna de las dos partes cederá; una, por el orgullo de los poderosos, y otra, por la resistencia al yugo y la capacidad para combatir, como ha ocurrido tantas veces en la historia del hombre.


El pueblo de Irán, una nación de milenarias tradiciones culturales, se defenderá sin duda alguna de los agresores. Es incomprensible que Obama crea seriamente que se plegará a sus exigencias.


El Presidente de ese país y sus líderes religiosos, inspirados en la Revolución Islámica de Ruhollah Jomeini, creador de los Guardianes de la Revolución, las Fuerzas Armadas modernas y el nuevo estado de Irán, resistirán.


A los pueblos pobres del mundo, que no tenemos la menor culpa del colosal enredo creado por el imperialismo, ubicados en este hemisferio al Sur de Estados Unidos, los demás situados al Oeste, Centro y Sur de África, y los otros que puedan quedar indemnes de la guerra nuclear en el resto del planeta, no nos queda otra alternativa que enfrentar las consecuencias de la catastrófica guerra nuclear que en brevísimo tiempo estallará.


Desdichadamente no tengo nada que rectificar y me responsabilizo plenamente con lo escrito en las últimas Reflexiones.

quarta-feira, 7 de julho de 2010


Viva a España!




Veja o gol de Puyol e a narração de um español na vitória contra a Alemanha.


Antes do saque de esquina [Escanteio] o locutor do Canal + pergunta:


Por que no?


Clique, ouça e veja



PS: Puyol foi eleito um dos jogadores mais feios da Copa. Junto com o Lúcio, do Brasil.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Bendita loucura de Abreu


Do blogueiro:

Dar para ler... O texto é fácil e vale à pena fazer um esforço.


Por C. ROS, El País

Anclado a un radiocasete de los ochenta, que cuelga de su largo brazo derecho, El Loco Abreu abandona el vestuario del estadio Nelson Mandela, de Puerto Elizabeth, moviendo su cuerpo huesudo a ritmo de cumbia. Uruguay acaba de eliminar a Corea del Sur en un duelo épico y, a pesar de que no ha disputado ni un minuto, se siente el rey del mambo. Con 33 años y 16 equipos a sus espaldas, intuye que será protagonista unos días después. Así se lo anuncia a sus compañeros: "El viernes ganamos por penales. Defino yo y lo hago picando la pelota en el último".


En efecto, Uruguay elimina a Ghana en los penaltis y Abreu emula a Panenka, héroe checoslovaco de la Eurocopa de 1976, pero con una novedad: el golpeo picado es con el interior de la bota izquierda, un toque celestial. Unos lo tachan de irresponsable; otros, como el Maestro Tabárez, lo llaman clase. El propio Abreu explica que fue la consecuencia de un sesudo estudio del meta rival, el ghanés Kingson:


"Yo veía que el golero, cuando arrancaba el ejecutante, se movía y se jugaba a un palo. Pero, claro, como tenía esa obsesión [por lanzarlo a lo Panenka], quería corroborarlo. Entonces le pregunté a Fucile qué hizo el golero en los tres primeros penales". Y Fucile se lo confirmó.


"Sos un hijo de puta, casi nos matás", le gritan los compañeros tras el pase uruguayo, por primera vez en las semifinales desde México 1970.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Por que apoiamos Dilma?


Resposta simples: porque escolhemos a candidatura melhor


Por Mino Carta
revista Carta Capital


Guerrilheira, há quem diga, para definir Dilma Rousseff. Negativamente, está claro. A verdade factual é outra, talvez a jovem Dilma tenha pensado em pegar em armas, mas nunca chegou a tanto. A questão também é outra: CartaCapital respeita, louva e admira quem se opôs à ditadura e, portanto, enfrentou riscos vertiginosos, desde a censura e a prisão sem mandado, quando não o sequestro por janízaros à paisana, até a tortura e a morte.


O cidadão e a cidadã que se precipitam naquela definição da candidata de Lula ou não perdem a oportunidade de exibir sua ignorância da história do País, ou têm saudades da ditadura. Quem sabe estivessem na Marcha da Família, com Deus e pela Liberdade há 46 anos, ou apreciem organizar manifestação similar nos dias de hoje.


De todo modo, não é apenas por causa deste destemido passado de Dilma Rousseff que CartaCapital declara aqui e agora apoio à sua candidatura. Vale acentuar que neste mesmo espaço previmos a escolha do presidente da República ainda antes da sua reeleição, quando José Dirceu saiu da chefia da Casa Civil e a então ministra de Minas e Energia o substituiu.


E aqui, em ocasiões diversas, esclareceuse o porquê da previsão: a competência, a seriedade, a personalidade e a lealdade a Lula daquela que viria a ser candidata. Essas inegáveis qualidades foram ainda mais evidentes na Casa Civil, onde os alcances do titular naturalmente se expandem.


E pesam sobre a decisão de CartaCapital. Em Dilma Rousseff enxergamos sem a necessidade de binóculo a continuidade de um governo vitorioso e do governante mais popular da história do Brasil. Com largos méritos, que em parte transcendem a nítida e decisiva identificação entre o presidente e seu povo. Ninguém como Lula soube valerse das potencialidades gigantescas do País e vulgarizá-las com a retórica mais adequada, sem esquecer um suave toque de senso de humor sempre que as circunstâncias o permitissem.


Sem ter ofendido e perseguido os privilegiados, a despeito dos vaticínios de alguns entre eles, e da mídia praticamente em peso, quanto às consequências de um governo que profetizaram milenarista, Lula deixa a Presidência com o País a atingir índices de crescimento quase chineses e a diminuição do abismo que separa minoria de maioria. Dono de uma política exterior de todo independente e de um prestígio internacional sem precedentes. Neste final de mandato, vinga o talento de um estrategista político finíssimo. E a eleição caminha para o plebiscito que a oposição se achava em condições de evitar.


Escolha certa, precisa, calculada, a de Lula ao ungir Dilma e ao propor o confronto com o governo tucano que o precedeu e do qual José Serra se torna, queira ou não, o herdeiro. Carregar o PSDB é arrastar uma bola de ferro amarrada ao tornozelo, coisa de presidiário. Aí estão os tucanos, novos intérpretes do pensamento udenista. Seria ofender a inteligência e as evidências sustentar que o ex-governador paulista partilha daquelas ideias. Não se livra, porém, da condição de tucano e como tal teria de atuar. Enredado na trama espessa da herança, e da imposição do plebiscito, vive um momento de confusão, instável entre formas díspares e até conflitantes ao conduzir a campanha, de sorte a cometer erros grosseiros e a comprometer sua fama de “preparado”, como insiste em afirmar seu candidato a vice, Índio da Costa. E não é que sonhavam com Aécio...


Reconhecemos em Dilma Rousseff a candidatura mais qualificada e entendemos como injunção deste momento, em que oficialmente o confronto se abre, a clara definição da nossa preferência. Nada inventamos: é da praxe da mídia mais desenvolvida do mundo tomar partido na ocasião certa, sem implicar postura ideológica ou partidária. Nunca deixamos, dentro da nossa visão, de apontar as falhas do governo Lula. Na política ambiental. Na política econômica, no que diz respeito, entre outros aspectos, aos juros manobrados pelo Banco Central. Na política social, que poderia ter sido bem mais ousada.


E fomos muito críticos quando se fez passivamente a vontade do ministro Nelson Jobim e do então presidente do STF Gilmar Mendes, ao exonerar o diretor da Abin, Paulo Lacerda, demitido por ter ousado apoiar a Operação Satiagraha, ao que tudo indica já enterrada, a esta altura, a favor do banqueiro Daniel Dantas. E quando o mesmo Jobim se arvorou a portavoz dos derradeiros saudosistas da ditadura e ganhou o beneplácito para confirmar a validade de uma Lei da Anistia que desrespeita os Direitos Humanos. E quando o então ministro da Justiça Tarso Genro aceitou a peroração de um grupelho de fanáticos do Apocalipse carentes de conhecimento histórico e deu início a um affair internacional desnecessário e amalucado, como o caso Battisti. Hoje apoiamos a candidatura de Dilma Rousseff com a mesma disposição com que o fizemos em 2002 e em 2006 a favor de Lula. Apesar das críticas ao governo que não hesitamos em formular desde então, não nos arrependemos por essas escolhas. Temos certeza de que não nos arrependeremos agora.