sexta-feira, 30 de abril de 2010
Nostalgie...
...beaucoup de nostalgie!
Madame Miterrand sentiu saudades.
Danielle Mitterrand, a ex-primeira-dana francesa prestigiou o anúncio da pré-chapa da Frente Popular do Acre, neste 30 dia abril.
O fato em si é histórico.
Seu marido, o socialista François Maurice Adrien Marie Mitterrand, ou simplesmente François Mitterrand, fez história em seu país.
Foi o primeiro e até agora o único presidente do Partido Socialista da França. Foi Mitterrand, que governou a France por 14 anos, o líder político que foi capaz de abolir a pena de morte, em 1981.
E foi a sua viúva, a Madame Danielle Mitterrand que esteve nesta sexta num evento da esquerda ou, digamos, ‘da meio social democracia’ acreana.
Pode até parecer pouco, mas é simbólico. Quem imaginaria isso no Acre há algum tempo.
Madame Mitterrand disse ao governador Binho:
-Quando vi essa reunião, senti muita saudade das reuniões da década de 70 quando meu marido e a esquerda francesa se organizavam.
Os Mitterrand fizeram e fazem bem ao mundo.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
[Cadernos de Sena]

Andando para trás
Desde setembro do 2009, a justiça eleitoral decidiu afastar o prefeito eleito sob acusação de compra de votos que até agora não foram completamente esclarecidas. O processo chegou ao TSE, lá ficou e não saiu mais.
O Tribunal Superior Eleitoral, por razões óbvias - não sabe nem onde fica Sena Madureira e, talvez isso, justifique a demora em dar um fim na agonia que a cidade e sua população vivem.
O TSE, por outro lado, claro, sabe que Sena não é Brasília. Tanto que já resolveu o problema do Distrito Federal e lá um governo interventor assumiu e ponto final. E em Sena Madureira?
Ah, Sena pode esperar, devem pensar os ministros do nosso TSE.
Afinal de contas, o que é Sena Madureira para o TSE?
A terceira cidade do Acre (não dou nem mais 5 anos para que vire a sexta, sétima, caso continue no ritmo que vai) padece. Padece de política, de política com P maiúsculo, de atenção e de união de seus moradores, que não sabem o que fazer.
Quem visita a cidade sai de lá decepcionado. Nada acontece. As pessoas de bem do município estão cabisbaixas. Não veem perspectiva de desenvolvimento. E a cidade não reage.
Não reage porque não sabe como reagir, não tem lideranças capazes de arregimentar o povo, a juventude para debater um novo rumo. Aliás, Sena sofre com a falta de um projeto de cidade. Alguém sabe dizer que projeto de cidade se discute em Sena? Vou responder: nenhum.
Estou inaugurando nesta noite de domingo Cadernos de Sena, onde vou expor minhas ideias para o município que me fez gente e que um dia imaginei que pudesse se desenvolver e virar protagonista, novamente, da história do Acre.
E a primeira providência é unir o povo e olhar para a frente! Com olhos de grandeza e sem mesquinhez a fim de superar o atraso político que insiste em dominar a cidade.

Andando para trás
Sena Madureira parou no tempo? Eu mesmo respondo que não só parou, mas está andando para trás, o que é bem pior do que apenas parar no tempo.
Desde setembro do 2009, a justiça eleitoral decidiu afastar o prefeito eleito sob acusação de compra de votos que até agora não foram completamente esclarecidas. O processo chegou ao TSE, lá ficou e não saiu mais.
O Tribunal Superior Eleitoral, por razões óbvias - não sabe nem onde fica Sena Madureira e, talvez isso, justifique a demora em dar um fim na agonia que a cidade e sua população vivem.
O TSE, por outro lado, claro, sabe que Sena não é Brasília. Tanto que já resolveu o problema do Distrito Federal e lá um governo interventor assumiu e ponto final. E em Sena Madureira?
Ah, Sena pode esperar, devem pensar os ministros do nosso TSE.
Afinal de contas, o que é Sena Madureira para o TSE?
A terceira cidade do Acre (não dou nem mais 5 anos para que vire a sexta, sétima, caso continue no ritmo que vai) padece. Padece de política, de política com P maiúsculo, de atenção e de união de seus moradores, que não sabem o que fazer.
Quem visita a cidade sai de lá decepcionado. Nada acontece. As pessoas de bem do município estão cabisbaixas. Não veem perspectiva de desenvolvimento. E a cidade não reage.
Não reage porque não sabe como reagir, não tem lideranças capazes de arregimentar o povo, a juventude para debater um novo rumo. Aliás, Sena sofre com a falta de um projeto de cidade. Alguém sabe dizer que projeto de cidade se discute em Sena? Vou responder: nenhum.
Estou inaugurando nesta noite de domingo Cadernos de Sena, onde vou expor minhas ideias para o município que me fez gente e que um dia imaginei que pudesse se desenvolver e virar protagonista, novamente, da história do Acre.
E a primeira providência é unir o povo e olhar para a frente! Com olhos de grandeza e sem mesquinhez a fim de superar o atraso político que insiste em dominar a cidade.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Assinar:
Comentários (Atom)


