sexta-feira, 30 de outubro de 2009


La Paz


Uma foto na cidade mais alta do mundo antes de tomar el avión y volar para Santa Cruz de La Sierra.


Não sem antes viver uma experiência incrível no voo para a cidade de Tarija, rica em agricultura.


Agora La Paz surpreende.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Coisas distintas


Animais: inocência, instinto, coisa boa...


Homens: maldade, maledicência, coisa ruim...


É o mundo sem saída.


Ainda bem que tenho Diana, Isabele e João Lucas.
Santa Cruz de La Sierra


Estudantes de duas universidades - Udabol e Ucebol - lotaram seus auditórios para falar, falar muito - e ouvir o que os deputados acreanos tinham a dizer sobre a solução dos problemas que afligem os mais de 5 mil alunos brasileiros, acreanos, especialmente, no vizinho país.


Os encontros, da manhã e tarde, foram prestigiados pelo cônsul do Brasil e por autoridades dessas instituições de ensino. Eles ouviram poucas e boas dos alunos. O cônsul também saiu de orelha quente de tanta reclamação.


Bola dentro da Assembleia do Acre.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

La Paz


Cidade bem cuidada e limpa.


Do aeroporto de El Alto até o hotel onde estamos hospedado percebe-se um cuidado com las calles y las viviendas.


Não me surpreendeu a capital da Bolívia sob o governo de Evo.


Por que o atraso em Cobija?


O atraso foi por conta de uma greve no aeroporto de La Paz. O aeroporto chegou a ser fechado e o Exército teve que intervir.


O jogo é bruto na Bolívia entre oposição e governo.


É a necessidade.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Nos andes


Nesta terça vou lá em cima do morro. Vou dormir em La Paz, capital boliviana. São mais de 4 mil de altitude.


Na quarta sigo para Santa Cruz de La Sierra.


De lá faço alguns posteres.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Conferencia de comunicação, 2


Modelo de interesse público



Na Conferência de Comunicação o que mais se ouviu foi queixa sobre as dificuldades de acesso à mídia no Acre. Acesso aos meios de comunicação de empresários – TV, Rádio e Jornais - e até à Rede Pública.


Uma coisa tem que ficar clara, embora não seja muito: não existe imprensa, comunicação, mídia imparcial...Neutra. Isso é uma grande ilusão. O que temos de debater, conversar, é como a sociedade pode controlar os meios dedicados a ela.


Peguemos o exemplo, para ficar em casa, da Rede Pública do Acre [TV Aldeia, FM Aldeia e Difusora, incluindo as dos municípios]. É uma conquista o que temos hoje. Uma TV Aldeia que o Acre todo pode sintonizar. Chegar a esse estágio não foi fácil. Essa mesma Aldeia já foi criada e desmontada em outros tempos, outros governos. Com seus equipamentos, parte deles, inclusive, surrupiados de sua sede.


Hoje, as 22 cidades do Estado recebem as notícias da capital. Na minha adolescência, em Sena, não tínhamos. Tudo bem. São notícias do governo que, cá entre nós, são todas notícias boas, excelentes. E não poderia ser diferente. É o governo que controla a Rede Pública. Se você, leitor, fosse o governo, não faria o mesmo? Claro que faria. Eu também. É natural todo governo querer controlar os meios de comunicação, sejam eles privados [com repasses, com grana] ou os seus, montados com recursos do contribuinte.


Muitos reclamam, com certa dose de razão, do patrulhamento que ainda existe em cima da imprensa. Já houve mais. Mas temos que reconhecer que no passado não era patrulhamento. Era violência, física até, contra quem se dispunha a falar mal do governo. Gostei demais em ouvir o Aníbal Diniz afirmar que ‘o governo errou muito’ em querer controlar a mídia no primeiro governo da Frente Popular. Na minha opinião, o governador Binho tá se lixando para o que dizem – de ruim - do governo dele. Não é por acaso, embora seja coincidência, que a primeira Conferência de Comunicação aconteça exatamente no período Binho Marques.


Para mim, o grande desafio do Acre é encontrar meios de defender o que foi construído [a Rede Pública] e transformá-la de fato e de direito numa Rede de Interesse Público. Com controle social. Mas não só isso: direção oriunda da sociedade, tempo determinado de mandato e orçamento definido pelo Poder Legislativo. Dei, durante a Conferência, o exemplo da BBC, que é financiada pelo cidadão britânico e, do jeito deles, consegue ficar imune ao primeiro-ministro de plantão.


Sei que não é fácil construir um modelo assim. Mesmo a BBC, com a realeza, lordes e súditos, tem lá seus problemas. No entanto conseguiram construir uma mídia pública que tem por objetivo informar com decência os seus financiadores, o contribuinte britânico.


O Acre, ao contrário da Grã-bretanha - tem 100 anos e a comunicação está apenas começando. Por isso temos todas as chances de avançar construindo um modelo novo, original e de interesse Público.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Desde Cuba

Yoani para mi



Hola Braña:


Gracias por tus palabras de apoyo y por disfrutar la entrevista a la revista Veja.


Para mi ha sido muy importante hacer llegar mis palabras a ustedes, los amigos brasileños. He recibido muchos mensajes de saludo, de apoyo y de felicitación por la mencionada entrevista.


Eso me demuestra una vez más que las simpatías entre las personas están por encima de ideologías o de coyunturas políticas.


Te digo que por acá se les admira un montón y estamos al tanto de todo lo que han avanzado. He llegado a sentir una sana envidia por los evidentes signos de progreso que ustedes han logrado en los últimos años.


Espero que esa Cuba que llevamos dentro logre un día contagiar a la Cuba de verdad, a la de cada día, y hacer que se vayan acercando y pareciendo la una a la otra hasta que estemos satisfechos y orgullosos del país que habitamos.


Ojalá que pronto tengamos una isla como la que hemos soñado: libre, sin censuras, sin caudillos, próspera y con las puertas abiertas para todos.


Un abrazo desde La Habana.


Yoani


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PS meu: Yoani, que assina o blog Generación Y, é a mais famosa blogueira da Ilha Rebelde.